CAPÍTULO 22

IMPACTOS AMBIENTAIS: DESAFIOS DO ASSOREAMENTO, DESMATAMENTO E USO DA ÁGUA





1. PANORAMA GERAL


O território do médio Vale do Rio Doce, no qual se insere Mutum e o distrito de Roseiral, encontra‑se sujeito a um conjunto complexo de impactos ambientais, associados a múltiplas causas de ordem histórica e contemporânea: desmatamento e fragmentação da Mata Atlântica, erosão hídrica dos solos, assoreamento dos cursos d’água, contaminação por agroquímicos, despejo de esgotos domésticos sem tratamento, captação excessiva de água para agricultura e pecuária, pressão da silvicultura de eucalipto e os efeitos do desastre do rompimento da barragem de Fundão (2015).


Os impactos sobre a quantidade e a qualidade dos recursos hídricos, sobre a biodiversidade, sobre a produtividade agropecuária e sobre a qualidade de vida das populações rurais e urbanas são evidentes e demandam políticas públicas intersetoriais para sua mitigação.


A análise que se segue baseia-se em fontes documentais, diagnósticos do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CBH-Doce), relatórios de monitoramento da qualidade da água, artigos científicos e dados de órgãos ambientais estaduais e federais.


“Dentre as principais alterações ambientais destacam-se os desmatamentos, erosão, contaminação dos corpos de água, alterações da paisagem, do solo, da fauna, da ...”


“Uns dos principais impactos ambientais identificados na bacia do rio Doce é a degradação de seus cursos d’água. O desmatamento indiscriminado e o manejo inadequado do solo criaram condições favoráveis à formação do processo erosivo, que somado aos efluentes advindos da mineração e de resíduos industriais e domésticos, dão contínuo processo de assoreamento dos leitos dos cursos de águas da bacia, além da qualidade marginal da água em vários trechos.”

— Atlas Digital das Águas de Minas — Impacto ambiental relevante na bacia do rio Doce


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2. DESMATAMENTO, FRAGMENTAÇÃO FLORESTAL E PERDA DE BIODIVERSIDADE


2.1. Histórico do desmatamento na Bacia do Rio Doce


O desmatamento na região é um processo secular, iniciado com a chegada das frentes pioneiras no século XIX, intensificado pela expansão da cafeicultura e, mais recentemente, pela pecuária e pela silvicultura de eucalipto. Fragmentos florestais de Mata Atlântica permanecem apenas em áreas de maior declividade, ao longo das nascentes e em Unidades de Conservação.


A Mata Atlântica e o Sistema Lacustre do Médio Rio Doce são descritos por pesquisadores como uma “zona de conflito entre interesses ambientais, econômicos e sociais”, estando sujeitos a vários impactos ambientais, principalmente a expansão urbana e a monocultura do eucalipto e a introdução de espécies exóticas.


Na cafeicultura, o avanço sobre florestas nativas continua sendo um desafio. Dados nacionais mostram que, nas últimas décadas, o avanço da cultura cafeeira resultou na perda de milhões de hectares de floresta, sendo milhares de hectares diretamente desmatados para abrir espaço ao cultivo de café. A expansão da cafeicultura no Brasil resultou na perda florestal dentro de fazendas de café, com percentuais significativos no Cerrado e na Mata Atlântica.


2.2. Degradação para eucalipto e pastagens


A silvicultura de eucalipto, embora tenha potencial de sequestro de carbono, quando implantada sobre vastas áreas com manejo inadequado, contribui para a perda da vegetação nativa remanescente, para a fragmentação do habitat e para a redução da biodiversidade.


A substituição de florestas nativas por plantações de eucalipto e pastagens é apontada como uma das principais causas de perda da vegetação natural e de isolamento dos remanescentes florestais na região. Há denúncias de que áreas nos flancos das unidades de conservação da região do Rio Doce estariam sendo devastadas de forma criminosa para dar lugar a plantações de eucalipto e pastos, com as árvores nativas sendo transformadas em carvão ou removidas sem autorização.


2.3. Perda de florestas ripárias e de nascentes


As áreas de preservação permanente (APPs) ao longo dos cursos d’água — matas ciliares e nascentes — foram historicamente suprimidas para a agricultura e a pecuária. Essa perda compromete a proteção das margens, acelera a erosão, reduz a capacidade de filtragem de sedimentos e poluentes e afeta a conectividade ecológica.


Os resultados do monitoramento da qualidade da água na Bacia do Rio Doce evidenciam a relação entre essas alterações no uso do solo e a degradação dos corpos hídricos. O desmatamento das APPs e a consequente redução da cobertura vegetal ao longo dos rios são apontados como as principais causas do aumento da turbidez e da contaminação por sedimentos nos mananciais.


2.4. Consequências para a biodiversidade


A perda de habitat e a fragmentação florestal na região têm impactado diretamente a fauna, especialmente as aves de maior porte e os mamíferos de amplo território. Espécies emblemáticas — como o mutum-do-sudeste, reintroduzido no Parque Estadual do Rio Doce, e a onça-parda — têm sua persistência ameaçada pela redução dos fragmentos florestais e pela intensificação do uso do solo.


O monitoramento da biodiversidade tem sido conduzido no âmbito do PELD-MG (Processos Ecológicos e a Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica) , que avalia desde microrganismos até vertebrados no sistema lacustre do médio Rio Doce, incluindo a mensuração dos impactos do desastre de Mariana sobre a biodiversidade e os processos ecológicos.


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3. EROSÃO DO SOLO, ASSOREAMENTO E DEGRADAÇÃO DOS CORPOS D’ÁGUA


3.1. Causas da erosão hídrica


A erosão hídrica é o principal processo de degradação dos solos em Mutum e Roseiral, agravada pela remoção da cobertura vegetal natural, pela declividade acentuada (até 30% em algumas áreas) e pelo manejo inadequado do solo (aração morro abaixo, ausência de terraceamento, queimadas).


O desmatamento é uma das principais causas do assoreamento, especialmente em áreas de encostas. A remoção da vegetação natural deixa o solo exposto à erosão, permitindo que as chuvas levem grandes quantidades de sedimentos para os cursos d’água. Na Bacia do Rio Doce, o manejo inadequado do solo e o desmatamento indiscriminado criaram condições favoráveis à formação do processo erosivo.


Estudos na região Centro‑Leste do Estado de Minas Gerais, que abrange o Vale do Rio Doce e a região de Mutum, têm estimado as perdas de solo por erosão hídrica, apontando a necessidade de zoneamento e de planejamento do uso da terra para minimização das perdas de solo. Esses dados indicam que, mesmo em áreas de baixa declividade, se o manejo não for adequado, as perdas de solo podem alcançar valores elevados.


3.2. Erosão na cafeicultura


A cafeicultura, atividade predominante em Mutum, tem elevado potencial de indução de erosão hídrica, especialmente quando conduzida em encostas íngremes e sem práticas conservacionistas (cultivo em nível, terraceamento, manutenção de cobertura do solo).


O principal fator de desgaste dos solos em Minas Gerais é a erosão, que nas condições locais é iniciada pela desagregação do solo resultante do impacto das gotas de chuva e do escoamento superficial das águas das chuvas. As áreas montanhosas produtoras de café em Minas Gerais enfrentam desafios como erosão do solo e baixa mecanização. A produção sustentável do café requer, portanto, adoção de práticas de conservação.


Na região do Caparaó (divisa com o Espírito Santo, próxima a Mutum) há carência de estudos sobre escoamento superficial e erosão em cafeicultura, mas trata-se de um tema central para a sustentabilidade da cafeicultura local. Práticas como o plantio em contorno, a manutenção de faixas de vegetação nativa entre as lavouras e a construção de bacias de contenção são soluções apontadas pela Emater-MG e pela pesquisa agropecuária.


3.3. Assoreamento, a “morte silenciosa” do rio Doce


O assoreamento reduz a capacidade de armazenamento e escoamento dos rios, agrava as enchentes, reduz a profundidade dos canais e prejudica a navegação, a pesca e a captação de água para abastecimento. Os rios assoreados tornam-se mais rasos, dificultando o transporte e afetando a economia. Com menos capacidade de escoamento, os rios transbordam com maior facilidade.


Estimativas alarmantes indicam a magnitude do problema na escala da bacia:


“Nós perdemos em torno de 140 milhões de toneladas de solo todos os anos para dentro do próprio Rio Doce, que tinha três metros de profundidade ...”

— Assembleia Legislativa do Espírito Santo — Ações para preservar o Rio Doce em pauta (18/03/2024)


Na bacia do rio Doce, o assoreamento é agravado por décadas de desmatamento das encostas e pela ocupação inadequada das Áreas de Preservação Permanente (APPs). A reversão desse quadro tem sido apontada como fundamental para a revitalização do rio. “A reversão do quadro de degradação do rio Doce é possível e passa, principalmente, pela revitalização das bacias dos rios afluentes” , afirmou o CBH-Doce em 2016.


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4. POLUIÇÃO HÍDRICA: AGROQUÍMICOS, ESGOTO E METAIS PESADOS


4.1. Contaminação por agroquímicos (fertilizantes e agrotóxicos)


A agricultura — especialmente a cafeicultura e a silvicultura do eucalipto — faz uso intensivo de fertilizantes minerais (NPK, micronutrientes) e agrotóxicos (herbicidas, inseticidas, fungicidas). Devido à declividade acentuada e à permeabilidade dos solos, parte desses produtos é carreada para os corpos d’água por escoamento superficial e por percolação (lixiviação).


Na Bacia do Rio Doce, dos oito agrotóxicos mais usados, três – glifosato, 2,4D e Mancozeb – não tiveram seus resíduos analisados sistematicamente, indicando uma lacuna no monitoramento da contaminação das águas superficiais por esses compostos. A contaminação por agroquímicos tem sido associada, inclusive, à contaminação de alimentos produzidos na região e irrigados com as águas dos rios.


4.2. Esgotamento sanitário e saneamento básico


Um dos principais problemas ambientais e de saúde pública na Bacia do Rio Doce — e em Mutum — é o lançamento de esgoto doméstico sem tratamento nos cursos d’água. O município de Mutum insere‑se nesse quadro com indicadores críticos.


Conforme já detalhado no Capítulo 14 (Urbanização), em 2022, 55,2% do esgoto gerado era coletado, mas nenhum (0%) era tratado, resultando no despejo anual de cerca de 642,8 mil m³ de esgotos in natura nos corpos d’água.


O município não possui Política Municipal de Saneamento Básico formalmente instituída (até o momento, o plano é apenas referencial, não executivo), e o índice de tratamento de esgoto é nulo. A ausência de tratamento de esgoto em Mutum é apontada, em diagnósticos, como um dos fatores diretamente associados aos problemas de balneabilidade e de qualidade das águas superficiais nos rios que cortam a área urbana e rural.


4.3. Rompimento da Barragem de Fundão (2015): impactos regionais e legado


O rompimento da barragem de rejeitos de mineração da Samarco/Vale/BHP, em 5 de novembro de 2015, liberou 40 milhões de toneladas (ou 55 milhões de m³) de rejeitos de minério de ferro, contaminando toda a extensão do Rio Doce. O desastre causou a morte de 18 pessoas, contaminou o rio Doce em toda a sua extensão, destruiu comunidades inteiras e provocou uma transformação radical da natureza.


Dez anos depois, o rio Doce é um ecossistema mais pobre em biodiversidade do que antes. A tragédia favoreceu o avanço de espécies exóticas em detrimento das nativas, e as ações de reparação não foram suficientes para reverter os danos. Estudos indicam que o rejeito de mineração na bacia do rio Doce compromete a ciclagem de nutrientes e a saúde do ecossistema, dificultando a recuperação natural da vegetação nativa.


Estudos também detectaram a presença de metais pesados nos solos e sedimentos ao longo de toda a calha do Rio Doce, com contaminação que atinge as águas subterrâneas e se estende centenas de quilômetros após o desastre. A produção agrícola — inclusive café, cacau, pimenta e leite — foi prejudicada pela contaminação da água e dos solos em diversos municípios da bacia.


“Comida intoxicada: cultivos da região atingida por tragédia do Rio Doce têm metais tóxicos”

— Revista Fórum (10 nov. 2025)


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5. PRESSÃO SOBRE OS RECURSOS HÍDRICOS: CONSUMO EXCESSIVO E GESTÃO


Em Mutum, a captação de água para abastecimento público e para atividades agropecuárias exerce forte pressão sobre os mananciais, especialmente durante a estação seca (inverno). A situação foi agravada por anos de desmatamento e pela redução da capacidade de infiltração e recarga dos aquíferos.


A estiagem dos últimos anos tem prejudicado o abastecimento de água em Mutum, com a redução do volume dos cursos d’água na bacia hidrográfica do Rio Mutum, comprometendo a captação para abastecimento público da Copasa.


O sistema de outorga de direito de uso da água, gerido pelo IGAM (Instituto Mineiro de Gestão das Águas), é o instrumento legal que garante ao usuário o efetivo direito de acesso à água, assegurando os controles quantitativos e qualitativos. No entanto, a fiscalização e o monitoramento do cumprimento das outorgas ainda é uma barreira para a gestão adequada dos recursos hídricos. Em Mutum, a outorga para captação de água para a cafeicultura é frequente, mas o monitoramento da vazão real e da qualidade da água nos tributários do Rio Mutum é insuficiente.


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6. IMPACTOS SOCIAIS E ECONÔMICOS


Os impactos ambientais descritos afetam diretamente a qualidade de vida da população de Mutum e Roseiral. Cerca de 16.190 habitantes do município não têm acesso à água tratada (42% da população, abaixo da média estadual de 81,7%), e o índice de atendimento com coleta de esgoto ainda é baixo, embora as obras da Copasa (R$ 30 milhões) estejam em andamento para reverter esse quadro.


A crise hídrica afeta a agricultura familiar, a pecuária leiteira e a cafeicultura — as principais fontes de renda do município, com impactos socioeconômicos que se estendem por toda a cadeia produtiva local. Aprodutividade do café, a produção de leite e a renda dos agricultores são diretamente impactadas pela disponibilidade e qualidade da água, criando um ciclo vicioso de pobreza e degradação ambiental.


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7. QUADRO‑SÍNTESE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS EM MUTUM/ROSEIRAL (2026)


Categoria de impacto Principais causas Efeitos observados

Desmatamento e fragmentação Expansão da cafeicultura, pecuária e silvicultura de eucalipto Perda de biodiversidade, isolamento de fragmentos florestais, redução da conectividade ecológica

Erosão do solo Remoção da cobertura vegetal, manejo inadequado (aração morro abaixo) Perda de solo, degradação da fertilidade, formação de voçorocas e erosão laminar

Assoreamento dos rios Erosão hídrica, desmatamento de APPs Rios mais rasos, enchentes, redução da capacidade de captação, perda da navegabilidade e pesca

Contaminação por agroquímicos Uso de fertilizantes e agrotóxicos (glifosato, 2,4D, Mancozeb) Poluição difusa dos corpos d’água, contaminação de alimentos, impactos na saúde humana

Esgoto doméstico Ausência de tratamento de esgoto (0% tratado em 2022) Poluição pontual e difusa dos cursos d’água, deterioração da qualidade da água para captação

Metais pesados Rompimento da barragem de Fundão (2015), contaminação histórica dos sedimentos Contaminação de solos, sedimentos e águas subterrâneas; impactos na cadeia pesqueira e na produção agrícola

Pressão hídrica (escassez) Captação excessiva, desmatamento, redução da recarga de aquíferos Estiagens prolongadas, racionamento de água, crise do abastecimento público


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8. CONSIDERAÇÕES FINAIS


Os impactos ambientais em Mutum e Roseiral são de natureza multifatorial, histórica e complexa, exigindo uma abordagem integrada para sua mitigação. Os principais desafios estruturais da região são:


1. Fragmentação florestal e perda de conectividade da Mata Atlântica, agravada pela expansão da cafeicultura e do eucalipto;

2. Erosão avançada dos solos e o consequente assoreamento dos cursos d’água, com perda anual de milhões de toneladas de solo;

3. Déficit de saneamento básico com lançamento de esgoto sem tratamento e abastecimento de água ainda não universalizado;

4. Contaminação difusa por agroquímicos e ausência de monitoramento sistemático da qualidade da água nos tributários;

5. Legado do rompimento da barragem de Fundão, cujos efeitos persistem uma década após o desastre, com contaminação de sedimentos e águas subterrâneas.


A recuperação ambiental da região requer a implementação efetiva dos Planos Municipais de Saneamento Básico e a aplicação dos recursos provenientes da cobrança pelo uso da água no âmbito da bacia hidrográfica. Requer, também, a adesão em larga escala de agricultores e pecuaristas a programas de conservação do solo (Plano ABC, sistema de plantio direto, terraceamento, recomposição de APPs) e o fortalecimento da fiscalização ambiental por parte do IEF-MG e da Polícia Militar de Meio Ambiente.


“A reversão do quadro de degradação do rio Doce é possível e passa, principalmente, pela revitalização das bacias dos rios afluentes.”

— CBH‑Doce, 2016


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REFERÊNCIAS DO CAPÍTULO 22


CBH DOCE — COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DOCE. CBH‑Doce avalia impactos seis meses após a tragédia de Mariana. 5 maio 2016.


CBH MANHUAÇU — COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA ÁGUAS DO RIO MANHUAÇU. Plano Municipal de Saneamento Básico de Mutum – MG.


ATLAS DIGITAL DAS ÁGUAS DE MINAS — UFV. Impacto ambiental relevante na bacia do rio Doce: Erosão, o inimigo silencioso do rio Doce.


LIMA, Higor Suzuki. Qualidade das águas superficiais da porção mineira da bacia do rio Doce e sua relação com aspectos socioambientais. Dissertação (Mestrado) — Universidade Federal de Minas Gerais, 2016.


LEITE, Fernando Palha; SILVA, I. R.; NEVES, J. C. L. et al. Frações da matéria orgânica do solo após três décadas de cultivo de eucalipto no Vale do Rio Doce‑MG. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 32, n. 3, p. 1059‑1070, 2008.


PELD‑MG — Processos ecológicos e a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica do trecho médio da bacia do Rio Doce‑MG (Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração).


G1. Mariana, 10 anos: reparação ambiental já custou bilhões, mas bacia do Rio Doce está mais pobre em biodiversidade. 4 nov. 2025.


FORUM. Comida intoxicada: cultivos da região atingida por tragédia do Rio Doce têm metais tóxicos. 10 nov. 2025.


COPASA — COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS. Rodízio em Mutum — Estiagem prejudica abastecimento. 2016.


ÁTLAS DIGITAL DAS ÁGUAS DE MINAS — UFV. Impacto ambiental relevante na bacia do rio Doce: Erosão, o inimigo silencioso do rio Doce.


EMATER‑MG — EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURoas práticas ambientais na cafeicultura.


IGAM — INSTITUTO MINEIRO DE GESTÃO DAS ÁGUAS. Outorga de direito de uso de recursos hídricos — Sistema de Outorga.


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FIM DO CAPÍTULO 22