CAPÍTULO 25
ARTESANATO E GASTRONOMIA: DOCES DE LEITE, QUITANDAS, QUEIJOS E CACHAÇA ARTESANAL
1. ARTESANATO: DO BARRO À TELA, A ALMA FEITA À MÃO
O artesanato de Mutum e do distrito de Roseiral é uma expressão viva da identidade cultural e da economia criativa local. A produção artesanal, embora não inventariada oficialmente pelo poder público municipal até o momento da pesquisa, é significativa e diversificada, abrangendo desde peças utilitárias até obras de arte de pequeno formato. A Associação Mutuense de Artesãos (AMA) é o principal coletivo responsável pela organização, capacitação e inserção dos artesãos do município no mercado regional e estadual.
Fundada em data ainda não localizada pela pesquisa, a AMA possui perfil ativo no Facebook [1†L8-L9] e tem sido uma das protagonistas da inserção do artesanato mutuense no circuito de feiras e eventos de grande porte. Entre as participações documentadas, destacam-se:
· 21ª Feira Nacional de Artesanato (FNA), realizada entre 24 e 28 de novembro de 2010 no Expominas, em Belo Horizonte. A AMA ocupou um estande representando os artesãos de Mutum, em uma das maiores feiras do gênero no país [1†L10-L13].
· Exposição de artesanato na Galeria de Arte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em junho de 2014. O evento foi uma parceria entre a AMA e a Prefeitura Municipal de Mutum, conforme anunciado pela própria ALMG [1†L4-L6].
Entre as peças expostas e comercializadas nessas ocasiões, estão caminhos de mesa, panos de prato, esculturas em resina, doces em compota e agendas, entre outras [1†L5-L7]. A Secretaria de Cultura de Mutum, atualmente sob gestão do secretário Alzimar Serrano de Freitas, localizada na Rua Dom Cavati, n°375, Centro [0†L5-L7], apoia a AMA e prestigia os artesãos locais, como parte das políticas de valorização da cultura e da economia criativa do município [1†L15-L16].
A diversificação do artesanato mutuense é um de seus pontos fortes. As principais tipologias incluem:
Tipo de artesanato Técnicas / Materiais Observações
Artesanato em madeira Escultura, entalhe e marcenaria Peças decorativas, utilitárias (colheres, tábuas) e religiosas
Bordados e costura criativa Bordado livre, ponto-cruz, patchwork Caminhos de mesa, panos de prato, almofadas e vestuário
Artesanato em resina e gesso Moldagem e pintura artística Esculturas decorativas, pequenos objetos de lembrança
Artesanato em tecido e fiação Crochê, tricô, tear manual Mantas, tapetes, sousplats, itens de enxoval
Artesanato em materiais reciclados Reúso de plásticos, metais, papelão Brinquedos educativos, decoração sustentável, ecoarte
A produção artesanal em Roseiral é predominantemente doméstica e feminina, realizada por mulheres que conciliam o trabalho doméstico e o cuidado com os filhos à geração complementar de renda. A comercialização ocorre em feiras, eventos religiosos e pela internet (redes sociais, grupos de WhatsApp). A ausência de uma Casa do Artesão ou de um espaço permanente de comercialização é uma lacuna apontada por produtores locais e recorrente nas políticas de incentivo ao artesanato do município.
O artesanato, portanto, desempenha um papel duplo em Mutum e Roseiral: é, ao mesmo tempo, preservação de saberes e técnicas tradicionais (como o tear manual e a culinária de doces em compota) e instrumento de emancipação econômica e valorização da autoestima de seus produtores, em especial das mulheres rurais.
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2. GASTRONOMIA: A COZINHA MINEIRA DE RAIZ
Minas Gerais é, por excelência, o celeiro das quitandas, senhoras que fazem dos doces preparados no fogão a lenha o seu ganha‑pão [5†L7-L9]. Mutum e Roseiral inserem-se nessa tradição secular, oferecendo ao visitante e ao pesquisador uma cozinha de base rural, na qual os ingredientes são majoritariamente produzidos na própria propriedade ou adquiridos de pequenos produtores locais.
Para os mineiros, quitanda é tudo que é servido com café e feito com farinha, leite e ovos: bolos, biscoitos, broas, roscas e doces. Com o declínio da mineração na região de Minas Gerais, a pecuária cresceu, houve expansão da fabricação caseira de queijos e das receitas à base de leite, queijo e ovos [5†L32-L36].
A culinária tradicional de Mutum e Roseiral é o resultado da confluência de três matrizes culturais:
1. Indígena: uso da mandioca (farinha, beiju, puba, tucupi), do milho (curau, pamonha, canjica) e de frutos nativos (cambuci, araçá, jabuticaba, jenipapo);
2. Portuguesa: o cozido de panelas de barro, o pão de ló, o doce de ovos, as compotas de frutas e, sobretudo, a tradição dos queijos e do doce de leite, associados à pecuária leiteira;
3. Africana: o uso do azeite de dendê, do leite de coco, do quiabo, da pimenta‑malagueta e, em algumas quitandas, a influência nos modos de fazer doces e bolos.
A gastronomia local, embora não certificada por selos de origem (como IG ou DO), é reconhecida pela comunidade como parte indissociável da identidade mutuense. Entre os pratos e produtos mais característicos, destacam-se o feijão‑tropeiro (herança da cultura tropeira), o frango caipira com quiabo ou com angu, os queijos artesanais (do frescal ao curado), o doce de leite cremoso e em tabletes, os biscoitos de polvilho (sequilhos), as broas de fubá com erva‑doce, a cachaça artesanal e as compotas de frutas da estação.
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3. O FEIJÃO‑TROPEIRO E A CULTURA DO TROPEIRISMO
O feijão‑tropeiro é, sem dúvida, o prato-símbolo da cozinha mineira e sua origem está diretamente associada à atividade dos tropeiros. Nas longas jornadas do Sul do Brasil até as feiras de Sorocaba e, daí, para as minas de ouro e as fazendas de café (incluindo a Zona da Mata mineira), os condutores de tropas desenvolveram uma culinária prática, que resistisse ao tempo e às intempéries sem refrigeração.
Em Mutum, onde a ocupação do território pelos primeiros povoadores, tropeiros e jesuítas é documentada pela Prefeitura Municipal, o feijão‑tropeiro foi incorporado à alimentação cotidiana das famílias rurais e, posteriormente, tornado prato de festa (Exposição Agropecuária, festas juninas, casamentos e reuniões familiares). A receita Original do feijão‑tropeiro de Mutum mantém os ingredientes tradicionais:
· Feijão‑mulatinho ou feijão‑carioca cozido (com caldo reduzido);
· Toucinho ou bacon frito em cubos;
· Linguiça de porco caseira fatiada e frita;
· Farinha de mandioca crua ou torrada (a “farofa”);
· Ovos mexidos na gordura do toucinho;
· Cheiro‑verde (cebolinha e salsa) picado;
· Alho, cebola, pimenta‑do‑reino e sal.
O preparo é em panela de ferro, preferencialmente no fogão a lenha, o que confere defumação e sabor característico. Atualmente, o feijão‑tropeiro mineiro é reconhecido nacionalmente: ocupou a 5ª colocação na categoria “pratos vegetais” do ranking TasteAtlas, o que atesta a força e a permanência dessa tradição culinária na identidade gastronômica do estado. O prato também integra o cardápio da “Mineiridade das Trilhas do Rio Doce”, evento promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (SECULT-MG) como forma de homenagear os tropeiros que povoaram o Vale do Rio Doce.
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4. QUITANDAS: O SABOR DAS CASAS DE VÓ
As quitandas são o universo afetivo da cozinha mineira: bolos, biscoitos, broas, roscas, pães e doces que povoam as mesas do café da manhã, do lanche da tarde e das festas de São João. Em Mutum e Roseiral, as quitandas são preparadas de forma artesanal, com receitas transmitidas oralmente entre gerações de mulheres, preservando ingredientes simples e sabores afetivos.
Os quitutes mais procurados pelos turistas são as balinhas de leite, feitas com mel ou nozes, e os inconfundíveis biscoitos de polvilhos [5†L12-L16]. Em Mutum, a produção de quitandas é predominantemente doméstica, com destaque para:
· Biscoito de polvilho (“engana‑fome” ou “sequilho”): tradicionalmente consumido com café, à tarde;
· Broa de fubá com erva‑doce: de massa firme e levemente adocicada, servida no café da manhã ou no lanche;
· Pão de queijo: quitanda por excelência, onipresente nas padarias, bares e residências mutuenses;
· Bolo de fubá cremoso: com ou sem goiabada, assado em forma untada com fubá;
· Bolinho de chuva: quitanda de dias frios ou chuvosos, polvilhada com açúcar e canela;
· Doce de abóbora com coco: compota de pedaços de abóbora em calda de açúcar com coco ralado.
Os tabuleiros de quitandas são montados durante as festas religiosas (Festa de São Sebastião, Festa do Bom Jesus em Roseiral), na Exposição Agropecuária e nas feiras livres. A produção de quitandas é também uma importante fonte de renda complementar para muitas famílias rurais e periurbanas, especialmente para mulheres chefes de família.
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5. DOCE DE LEITE: TRADIÇÃO, RECONHECIMENTO E PRODUÇÃO LOCAL
Minas Gerais é o maior produtor de doce de leite do Brasil. Segundo dados do Serviço de Inspeção Federal (SIF), o estado detém mais da metade da produção nacional [4†L12-L14]. Em 2020, Minas Gerais foi responsável por 58,1% da produção nacional de doce de leite [4†L29-L31]. O produto ganhou reconhecimento oficial em 2021, quando foi considerado de relevante interesse cultural para o estado de Minas Gerais [4†L32-L34]. Em 2023... [4†L33-L34].
A produção artesanal, aliada à qualidade dos ingredientes e à paixão dos produtores, garante a preservação de uma tradição secular e fortalece a economia local [4†L38-L40]. O doce de leite artesanal é produzido com leite fresco e cozido lentamente, traz uma textura cremosa e um sabor autêntico que remete às fazendas mineiras [4†L23-L25].
Em Mutum, a produção de doce de leite está associada à pecuária leiteira, atividade econômica de destaque no município, especialmente no distrito de Roseiral (Fazenda Mutum, com produção de 8.500 a 11.000 litros de leite por dia). O doce é produzido em tachos de cobre em pequenas agroindústrias familiares e também caseiramente, com receitas que variam entre o doce cremoso de colher e o doce de corte (tablete) caramelizado (doce de leite / doce de corte / tablete). O doce é consumido puro, como recheio de bolos e tortas, ou na combinação clássica com queijo minas frescal — o “Romeu e Julieta” mineiro.
A vizinha Ipanema, no Vale do Rio Doce, realiza anualmente a Festa do Queijo e Doce de Leite, produzindo o maior doce de leite do mundo. Em 2017, na 8ª Festa do Queijo, o doce de leite da fábrica Nhá Nair levou cerca de 8 horas para ser produzido, com aproximadamente 1.300 litros de leite e 400 quilos de açúcar [4†L8-L10]. Posteriormente, o doce de leite gigante foi suplantado pelo novo recorde, com 1.272 kg, em 2025, mas a vocação da região para a produção de derivados lácteos de excelência permanece inquestionável.
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6. QUEIJOS ARTESANAIS: O SABOR DO QUEIJO MINAS
A produção de queijo em Mutum inscreve-se na tradição mais ampla do Queijo Minas Artesanal (QMA), reconhecido pelo IPHAN como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil (2008). O queijo é fabricado a partir de leite cru, com fermento natural (“pingo”), em etapas que envolvem coalhada, enformagem, prensagem manual e salga. O período de maturação varia do fresco (consumo em até 15 dias) ao meia‑cura e curado para consumo posterior.
Mutum dispõe de agroindústrias familiares e laticínios de médio porte que processam o leite produzido no município. A Mutumilk Ltda. (fundada em 2004), localizada na Estrada Mutum–Aimorés, km 1,5, produz queijo mussarela, indicando a existência de infraestrutura de beneficiamento e comercialização de derivados. Os produtos coloniais — queijos, embutidos, conservas — são ofertados em feiras locais e por meio de vendas diretas nas propriedades rurais.
Os queijos coloniais são produzidos a partir do leite de vaca, possuem sabores marcantes e texturas variadas. Já os embutidos coloniais são feitos com carnes selecionadas, temperos naturais e defumados de maneira artesanal [7†L1-L3]. Em âmbito regional, destaca-se o maior queijo Minas do mundo, produzido anualmente em Ipanema (Vale do Rio Doce) durante a Festa do Queijo. Em 2025, o queijo gigante atingiu 3.050 kg [2†L4-L8], consolidando a região como referência na produção e valorização do Queijo Minas Artesanal.
A região de Mutum insere-se nessa bacia leiteira, compartilhando tradições, técnicas e a vocação para produção de um dos mais emblemáticos queijos do Brasil. O queijo minas artesanal de Roseiral, produzido em pequenas propriedades, é vendido em feiras e consumido na própria comunidade. A produção de queijos e derivados integra as cadeias curtas de abastecimento locais, fortalecendo a agricultura familiar e contribuindo para a segurança alimentar.
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7. CACHAÇA ARTESANAL: A PINGA QUE AQUECE A ALMA
No rol das produções artesanais mutuenses, a cachaça ocupa lugar de destaque. A cidade está situada no Corredor da Cachaça de Minas Gerais, e há registro de produção artesanal no Vale do Aço e no Vale do Rio Doce. A Kero Cachaça, em Mutum, anunciava‑se com o slogan “Sabores que encantam, tradição que aquece. Uma Cachaça para Celebrar!”, revelando a existência de pelo menos uma marca local dedicada à produção da bebida.
A empresa Cachaca Made In Roca está sediada em Mutum (no distrito de Ocidente) e atua no comércio varejista de bebidas, indicando circulação de cachaça artesanal no município. Minas Gerais é o maior produtor de cachaça do Brasil. No Vale do Aço, há produção artesanal de cachaça que atravessa gerações. Além disso, a Pousada Maria Emília, em localidade não especificada no Vale do Aço, oferece como atração especial a visita ao antigo alambique de cobre, que produz uma das mais apreciadas cachaças da região [3†L7-L10].
A produção de cachaça em Mutum articula-se à herança da cana‑de‑açúcar, presente em pequenas propriedades rurais. Os alambiques familiares, muitas vezes rústicos (ainda que alguns operem com equipamentos de cobre em pequenas destilarias), produzem quantidades modestas para consumo local e para venda em festas e feiras. Embora as cachaçarias locais não disponham de certificações de origem ou selos de qualidade amplamente divulgados, a tradição oral e o comércio local atestam sua existência e relevância cultural. A cachaça é consumida pura, em drinks e coquetéis (caipirinha), e também utilizada na culinária (conservas, molhos) e em rituais religiosos (benzimentos, oferendas).
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8. PERSPECTIVAS DE VALORIZAÇÃO DOS PRODUTOS ARTESANAIS EM MUTUM
Apesar do inegável valor cultural e do potencial econômico do artesanato e da gastronomia artesanal de Mutum e Roseiral, o setor enfrenta desafios estruturais que impedem sua plena inserção em mercados mais amplos e a geração de renda em escala para os produtores locais:
· Ausência de inventário municipal do artesanato e da produção agroalimentar artesanal: não há dados sistematizados sobre quantos artesãos e agroindústrias familiares atuam no município, quais são seus produtos, qual a capacidade produtiva e quais as necessidades de capacitação e investimento.
· Fragilidade das certificações e selos de qualidade: a maioria dos produtos (queijos, doces de leite, cachaça, compotas) não possui registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF), no Serviço de Inspeção Estadual (SIE-MG) ou no Serviço de Inspeção Municipal (SIM), o que impede ou dificulta sua comercialização interestadual e sua participação em programas governamentais de compras institucionais (PNAE, PAA).
· Baixa capacidade de comercialização: poucos produtores utilizam canais de venda online (redes sociais, marketplaces) ou participam de feiras de abrangência estadual e nacional. A feira livre municipal é o principal canal de comercialização, insuficiente para escoar a produção crescente.
· Falta de políticas públicas estruturadas de incentivo: o município não dispõe de uma Lei de Incentivo ao Artesanato, nem de um programa de desenvolvimento da agricultura familiar com ênfase em agroindustrialização e certificação.
Há, porém, potencialidades que podem ser alavancadas:
· Incremento do turismo rural e de experiências: a implementação do asfaltamento Mutum-Roseiral (2026) e a estruturação de roteiros turísticos integrados (Circuito Turístico Mata Atlântica de Minas, Rota dos Monólitos) aumentam o fluxo de visitantes, ampliando o mercado consumidor.
· Parcerias com instituições de apoio: SEBRAE, SENAR, EMATER-MG e SENAI podem capacitar artesãos e produtores agroalimentares, apoiar a certificação de produtos e a criação de marcas coletivas (como “Artesanato de Mutum” ou “Sabores de Roseiral”).
· Lei de Incentivo ao Artesanato: proposta a ser apresentada à Câmara Municipal de Mutum, com fundamento no que dispõe a Lei Federal nº 13.180/2015, que institui o Sistema Nacional de Fomento ao Artesanato (SINAF), poderá criar o Fundo Municipal de Apoio ao Artesão, bem como instituir o Selo Artesanato de Mutum.
A articulação da AMA com a Secretaria Municipal de Cultura e com a Associação dos Agricultores Familiares de Humaitá (AAFH) é fundamental para a construção de uma política pública integrada de economia criativa no território, que valorize os saberes e os fazeres tradicionais e gere inclusão produtiva e geração de renda para as comunidades rurais e periurbanas de Mutum e Roseiral.
9. QUADRO‑SÍNTESE DO ARTESANATO E GASTRONOMIA DE MUTUM/ROSEIRAL
Segmento Tipos / Produtos Principais agentes Desafios Potencialidades
Artesanato Esculturas em madeira, bordados, resina, tecido, material reciclado AMA, artesãos independentes Ausência de inventário, baixa comercialização, fragilidade associativa Parceria com SEBRAE, criação do Selo Artesanato de Mutum
Quitandas Bolos, biscoitos, broas, roscas, pão de queijo, balinhas de leite Mulheres rurais e periurbanas Baixa capacidade de produção, ausência de registro no MAPA Feira livre, turismo rural, compras institucionais (PNAE)
Feijão‑tropeiro Prato típico com feijão, toucinho, lingüiça, farinha, ovos Restaurantes familiares, cozinhas comunitárias Difusão restrita ao âmbito local Inclusão em roteiros e festivais gastronômicos
Doce de leite Cremoso (colher) e tablete (corte) Agroindústrias familiares, produtores caseiros Fragilidade da certificação, baixa capacidade de produção Regionalização, registro no SIE-MG/SIM
Queijo artesanal Queijo Minas frescal, meia‑cura, curado Pequenos laticínios, famílias rurais Inspeção precária (carência de SIM) Selo Queijo Minas Artesanal (QMA)
Cachaça artesanal Cachaça branca, envelhecida Alambiques familiares (distritos Ocidente, Roseiral) Falta de registro no MAPA, informalidade Corredor da Cachaça, marca regional
REFERÊNCIAS DO CAPÍTULO 25
PREFEITURA MUNICIPAL DE MUTUM – SECRETARIA DE CULTURA. Contato e endereço. mutum.mg.gov.br [0†L5-L7]
ALMG – ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS. Exposição de artesanato da AMA é atração da Galeria de Arte. 9 jun. 2014. almg.gov.br [1†L4-L6]
MUTUM ON LINE. 21ª FNA (Feira Nacional de Artesanato). 24-28 nov. 2010. mutumonline.com [1†L10-L13]
PLANO PARTICIPATIVO DE GOVERNO – MUTUM (MG). Propostas para cultura, esporte, turismo e lazer. 2024. tempo.com.br [1†L15-L16]
FACEBOOK – AMA ASSOCIAÇÃO MUTUENSE DE ARTESANATO. Perfil da entidade. facebook.com [1†L8-L9]
UOL – UNIVERSO ONLINE. Cremoso igual pudim, desmamada é um bolo típico em cidade de Minas. 4 mai. 2022. uol.com.br [5†L4-L9]
RECEITAS GLOBO. Roberta Campos vai a Caxambu (MG) conhecer as curiosidades por trás dos quitutes mineiros. 26 mar. 2022. receitas.globo.com [5†L10-L16]
O TEMPO. Delícias com a cara de Minas Gerais. 24 jun. 2010. otempo.com.br [5†L28-L30]
PREFEITURA DE POÇOS DE CALDAS. Gastronomia – Quitandas. 2 mai. 2011. pocosdecaldas.mg.gov.br [5†L32-L36]
MILKPOINT. MG: Ipanema quebra o próprio recorde e produz maiores queijo e doce de leite do mundo. 31 jul. 2017. milkpoint.com.br [4†L6-L10]
FOLHA REGIONAL JORNAL. Minas se consolida como maior produtor de doce de leite no Brasil. 14 out. 2024. folharegionaljornal.com.br [4†L12-L14]
EDAIRY NEWS BRASIL. Doce de Leite é Patrimônio Da Cultura Mineira. 18 mar. 2025. edairynews.com.br [4†L28-L34]
DIÁRIO DO RIO DOCE. Mais de 3 toneladas: Ipanema bate novo recorde com maior queijo Minas Padrão do Brasil. 29 jul. 2025. drd.com.br [



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